BLOG do Vitão

A Juquinha

Publicado por victorhbg em Janeiro 3, 2009

Bom gente, apesar do começo meio engraçado, essa é uma historinha feliz. FINALMENTE!

 

Vamos explicar o porquê de “Juquinha”. Em Osasco, existe uma instituição chamada JUCO (Juventude Cívica de Osasco) que é tipo uma escola profissionalizante para adolescentes e jovens. Pois bem ela fazia parte de negócio aí, portanto comecei a chamá-la (sem o conhecimento dela) de Juquinha.

 

Ela era bem novinha (tá vendo como eu não pego só véia, gente! kkkk)… Pelo que me lembro, isso se passou no início de 2005.

 

Do chat, fomos pro telefone e ficamos um bom tempo por lá…

 

Eu tava meio esperto com esse negócio de encontros sem foto e decidi esperar ela me mandar a foto dela. Como ela não me mandou porra nenhuma, mais uma vez fui com a cara e a coragem.

 

Marcamos no Shopping de Osasco, em frente ao cinema de novo (se lembram da mina que me viu e foi embora? rsrsrs) numa quarta-feira.

 

Na época, eu estudava na SOS Computadores e saía às 16:30 do serviço. Como ia direto pra escola, tinha bastante tempo livre. Pois foi nesse intervalo entre o serviço e a escola que marcamos.

 

Dessa vez armei uma tática de ninja: fiquei olhando de longe…

 

Liguei pra ela, perguntando como ela ia estar vestida…. depois, só observei. Já sabia que era moreninha (nossa, acho que fui Senhor de Engenho na outra reencarnação…rsrrs).

 

Não demorou muito e observei ao longe uma mina com as características muito parecidas com as que me falou, inclusive as roupas… Nossa, de longe, parecia feia pá porra…. não pensei duas vezes: fui embora… ou melhor, fui pra escola.

 

Cheguei lá, ainda decepcionado, e fui dormir num banco que ficava num beco escondido, dentro da escola.

 

Após dormir minha horinha diária de sono, fui conversar um pouco com as minas da recepção antes de encarar as aulas.

 

Assim que a recepcionista me viu, se surpreendeu:

 

R: Onde vc tava?

V: Dormindo lá atrás, pq?

R: Veio uma menina te procurar aqui.

 

Eita porra!

 

Uma observação: ela sabia que eu estudava lá…

 

V: Sério? E o que ela falou?

R: Ah, perguntou se eu tinha visto vc… falei que vi vc entrar… mas não sabia onde vc estava.

V: E ela?

R: Ela entrou, disse que te procurou, mas não achou.

V: Como ela tava vestida?

R: Ah, assim, assim, assado…

 

Caracas, era ela!

 

V: Ela era bonita?

R: Vi, como assim? Quem é essa menina? Vc a conhece ou não?

V: Peraí, antes me responda: ela era bonita?

R: Sim, era bonita. Uma moreninha bonita.

 

Ah não.. será que eu me lasquei de novo? Kkkkkkkkk

 

Contei a história rapidinho pra ela. Ela rachou o bico e falou pra eu ligar pra ela inventando uma história.

 

E foi o que eu fiz.

Liguei pra ela no mesmo dia.

 

V: Oi Ro, onde vc tava?

R: Onde eu tava.. não seja cínico… eu tava lá onde nós combinamos.

V: Pois eu fui lá e não vi ninguém com as suas características.

R: É que eu cheguei um pouco atrasada.

V: Ah… então foi isso! Nossa… desculpa que eu não esperei tanto, tá? A moça lá da SOS me falou que vc foi lá na escola. Eu tava lá atrás, dormindo..rsrsrs

 

Bom, só sei que consegui marcar um novo encontro com ela pro sábado.

 

Nossa, ela realmente era mó bonitinha!

Gostei dela de imediato e vice-versa.

 

Na segunda seguinte, ela me liga e fala que vai me esperar em frente ao serviço… blz.

 

Saio do serviço e do de cara com ela fardada com o uniforme da JUCO… mano, que baguio feio! O chapéu parecia mais um barquinho de papel… não contive meu riso… não sei se ela percebeu… rsrsrs

 

Bom, o único elemento bizarro dessa história era o uniforme dela… de resto, foi muito bacana.

Umas 3 ou 4 vezes na semana ela me esperava… saíamos no final de semana…

 

Ficamos quase 2 meses juntos.

 

Engraçado… agora é que meu dei conta de que não lembro pq terminou.. se foi ela quem me deu o pé na bunda ou vice-versa… não me lembro se brigamos… estranho…

Apenas me lembro que já estávamos quase assumindo um namoro mais sério, já estava pensando em levá-la em casa… e de repente minhas lembranças se perdem… e eu não a vejo mais.

 

Minto! Lembro-me que talvez um pouco antes de terminarmos, ela disse que queria desabafar comigo, pq a família dela era complicada, que ela não agüentava mais viver na casa dela… essas coisas de adolescente… só me lembro disso.

 

E aí me pergunto: será que eu fui um monstro e saí fora por isso? Por não querer entrar em confusão? Sinceramente, não me lembro, mas não descarto a hipótese. kkk

 

Bom, é isso. Pra vcs que estavam querendo ler bizarrices, se deram mal dessa vez!

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A Catota (Bizarrice do leitor)

Publicado por victorhbg em Dezembro 15, 2008

Relato enviado por Gabriela e adaptado por mim. Claro, não inventei, nem aumentei nada, apenas dei um toque dramático na situação.

 

Nunca tinha entrado nessas salas de bate-papo. Comecei a acessar, mas apenas pra conversar mesmo. Nem passava pela minha cabeça marcar encontro com alguém da net. Abominava esse tipo de coisa.

 

Porém, numa dessas visitinhas, conheci um rapaz que acreditei ser o grande amor da minha vida. Seu nome era Marcelo. Ele era tão legal, tão carinhoso, que pensei: pq não encontrá-lo? Isso foi em 2005…

 

Só que o medo desses encontros falou mais alto e fui enrolando, deixando o tempo passar… até que não deu mais… eu estava sedenta de amor e a minha paixão por ele aumentava a cada dia.

 

Após 3 meses conversando pelo MSN, marcamos um encontro no Shopping.

 

Cheguei antecipadamente e esperei em frente à Marisa. Nada dele chegar…

Até que vi dois rapazes se aproximando… um deles se parecia muito com as descrições e fotos que eu tinha visto. Só que ele passou direto e foi em direção a porta de saída do shopping.

 

“Poxa, será que ele não gostou de mim?”, pensei.

 

Ele e o amigo pararam em frente à Casa das Alianças e disfarçaram um pouco. Então, ele olhou para onde eu estava e veio em minha direção! Meu coração estava quase saltando pela boca.

 

O amigo dele sentou no canto do banco, enquanto ele sentou próximo de mim…. mas aí, algo inesperado aconteceu: um outro homem, que sabe lá Deus de onde saiu, se sentou entre nós dois.

 

E ficamos assim… ele inclinava o corpo para frente e para trás e me jogava olhares interrogativos. E só.

 

Naquela altura do campeonato, eu já tinha certeza de que era ele. E vice-versa. Mas ele se limitava a me olhar…

 

Comecei a ficar angustiada e resolvi tomar a atitude que faltava a ele.

 

G: Marcelo?

M: Sim… Gabriela?

G: Isso…

 

Foi nesse momento que meu mundo caiu. Os castelos, sonhos, tudo o que eu havia imaginado e sonhado com ele, foi por água abaixo. Ao olhar para seu rosto, pude vislumbrar uma enorme catota saindo do seu nariz. Que nojo!!

 

Meu, começamos a conversar, mas logo dei uma desculpa para escapar daquela imagem terrível bem em frente aos meus olhos.

 

Eu tinha combinado de me encontrar com alguns amigos meus lá em casa. Eu tinha tempo de sobra, mas ele não precisava saber disso.

 

G: Marcelo, eu tenho que ir. Combinei com alguns amigos., eles vão lá em casa.

M: Tá bom… eu te levo embora.

 

Não sei onde eu estava com a cabeça, mas aceitei. Meu, onde já viu? Eu entrando no carro duma pessoa que eu nunca tinha visto?!

 

Fomos até o estacionamento.

 

Uma observação: A CATOTA CONTINUAVA LÁ!!

 

Entrei no carro e ele me avisou que tinha esquecido de validar o tiket do estacionamento. Eu fingia que olhava para o outro lado, mas prestava bastante atenção em todos os movimentos deles (sim… o amigo dele ainda estava lá como vela…). E vi quando o amigo dele o alertou sobre a catota, fazendo movimentos como se limpasse o rosto. Foi o fim da catota… mas era tarde demais. O estrago já estava feito.

 

Bom, chegamos em casa e ele veio abrir a porta do carro como um verdadeiro príncipe encantado (não… príncipes encantados não tem catota…).

 

M: Me dá um beijo?

G: Não… minha vó tá aqui… agora não dá.

M: Ah, só um.. rapidinho…

 

E veio em minha direção, disposto a roubar o beijo negado. E conseguiu… Credo! Que nojo! E imaginar que minutos antes a catota estava ali perto!

 

Dei um empurrão.

 

G: Meu, pára… vc é doido… olha a minha vó ali.

M: É.. vc não gostou de mim, né?

G: Não é isso. Não tem nada a ver.

M: Tá bom então.

 

E foi embora. Bloqueei-o do MSN e nunca mais nos falamos.

 

Confesso que durante algumas semanas tive pesadelos com a catota saindo do nariz dele…

 

Gabriela

 

Bom pessoal, se alguém tiver uma história bizarra e estiver disposto a compartilhar conosco, é só me avisar, ok? Fique tranqüilo que sua identidade será mantida em sigilo.

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A Mudinha (ou A Surda)

Publicado por victorhbg em Dezembro 6, 2008

Essa talvez seja a segunda história mais famosa, perdendo apenas pra véia.

 

Antes de mais nada, quero reforçar que não tenho nenhum tipo de preconceito e tampouco estou zoando ou tirando sarro dela.

 

O que acontece é que as circunstâncias deixaram o episódio muito engraçado. Vamos a ele.

 

Estava eu mais uma bela noite na sala de bate-papo conversando com uma minazinha. Conversa vai, conversa vem, peço o telefone dela.

 

Ah, seu nome era Helena.

 

V: Me passaria seu telefone?

H: Não dá.

V: Como não… passa aí, pô.

H: Sabe o que é, eu tenho dificuldade de ouvir… sou deficiente auditiva.

 

Puta desculpa esfarrapada da porra!

 

V: Ah, fala sério, vai!

H: É sério.

V: Meu, passa o telefone logo aí, a gente dá um jeito.

 

Claro que eu pensava que era mentira dela, né?

 

Bom, o fato é que ela me passou o telefone e continuamos a conversar pelo chat.

Acabei descobrindo que ela trabalhava numa empresa ao lado da minha… na mesma rua… bem do lado mesmo.

 

Aconteceu de eu esquecer de ligar pra ela naquele dia… e no dia seguinte tb…

Dois ou três dias depois, encontro o telefone dela.

 

“Nossa… esqueci dela… ” e comecei a dar risada sozinho…  “Ela falou que era surda… que mentira da peste…”. E liguei pra ela…

 

Quem atendeu foi um homem (que mais tarde vim saber que era pai dela).

 

V: Alô.

*PD: Alô.

V: A Helena está?

 

Gente, não tem como eu expressar por aqui a surpresa na voz daquele indivíduo, mas era como se eu tivesse pedido pra falar com o Espírito Santo.

 

PD: Vc quer FALAR com a Helena?!?!?!?!

 

Vixi… quer ver que ela é surda mesmo…

 

V: Sim, queria….

*PD: Peraí.

 

E chamou uma mulher (mãe dela).

 

*MD: Oi. Vc quer falar com a Helena?

V: Sim… (quase chorando).

*MD: Olha, ela não escuta. Ela tem dificuldade de ouvir, ainda mais pelo telefone.

V: Ah, tá bom então, manda um beijo pra ela, fala que o Victor ligou.

*MD: Tá bom. Pode deixar.

 

Mano, me bateu um arrependimento que vcs não fazem idéia.

 

Não demorou nem 20 minutos e meu celular toca. Era a mãe dela me ligando.

 

*MD: Victor, eu falei pra ela que vc tinha ligado e ela pediu pra eu ligar pra vc.. ela quer ouvir a sua voz. Vc fala com ela? Só que tem que falar alto, tá?

V: É… tá bom.. bota ela aí.

 

Mano, bizarro, eu nem lembro que eu falei, só sei que parecia que tava gravando uma mensagem na secretária eletrônica…

 

Quando a mãe dela pegou o telefone de volta, falou: “Quando vc quiser falar algo com ela ou marcar alguma coisa, pode ligar que eu passo o recado, tá?”

 

V: Tá bom, pode deixar.

 

Peguei o MSN dela e começamos a conversar por lá.

Não era feia não (não que fosse bonita tb…)

 

Conversamos por umas duas semanas, até que resolvemos marcar um encontro.

 

Enquanto isso, a gente se comunicava por telefone, graças a mãe e a uma amiga dela.

Numa dessas ligações, a amiga dela me falou que ela gostaria de falar comigo pelo telefone, mas que tinha vergonha, pq tb tinha dificuldade de falar.

 

V: Ah… nada a ver… fala pra ela que não tem nada a ver, meu.

*AD: É… vou ver se ela quer falar aqui…

 

E, pela primeira vez, ouvi a sua voz. Ela tinha realmente dificuldade de falar, mas parece que conseguiu me ouvir bem melhor que das outras vezes. Isso foi num sábado. Resolvermos marcar para esse mesmo dia, no shopping.

 

Nossa… fiquei muito apreensivo.

 

Como todas as vezes cheguei antes do horário. E ela não chegava.

10 minutos… meia hora… nada.

 

“Será que ligo pra ela?”

Resolvi ligar.

 

V: Helena, onde vc está?

H: Tô quase chegando. Mas 10 minutinhos.

V: Blz…

 

E chegou o grande momento.

 

Gente, esse mundo já presenciou milhares de guerras.

Guerra entre gregos e troianos, a Guerra dos 100 anos, as Cruzadas, duas Guerras Mundiais, a recente guerra entre os EUA e o terrorismo… mas uma guerra entre uma surda e um gago tentando se comunicar talvez tenha sido a primeira.

 

Coitada da menina… nem ler meus lábios ela ia poder ler direito… ia ficar mais confusa ainda…

 

Mano… não sei se é pecado ou não (Deus tá vendo que não tô “falando” na maldade), mas foi engraçado demais…

 

V: Oi, tudo bom?

H: Hã?

V: TUDO BOM? (num tom de voz mais elevado).

H: Ah, tudo bom e vc?

V: Tudo bem… onde vc quer ir?

H: Hã?

V: ONDE VC QUER IR?

H: Ah, vc é quem sabe.

 

Bom, resolvemos nos sentar em um banco qualquer para conversar (?!?!??!)… ou tentar pelo menos.

 

É… o diálogo estava difícil. Resolvi deixar a conversa de lado e partir para o ataque.. já que não dava pra conversar, vamos beijar então, né?

 

Depois fomos no Mc…

 

Uma observação: não gostei dela. Não pelo fato dela ser surda, mas algo nela não me agradou… sei lá…

 

Após esse encontro, ela ainda me ligou algumas vezes, mas eu sempre dava umas desculpinhas…

 

Um belo dia, tinha eu acabado de descer do ônibus e estava indo rumo ao trampo, quando vejo ela andando na minha frente (se lembram que eu falei que ela trabalhava na minha rua, né?)

 

“Vixi… a mudinha…”

 

Manerei no passo e mantive-me a uma boa distância dela.

Isso aconteceu mais algumas vezes, até que o que temia, aconteceu…

 

Numa bela manhã, tava quase chegando no serviço, quando percebo que havia uma pessoa andando atrás de mim. Virei-me. Era ela.

 

Mano, quem me conhece bem sabe que eu odeio falar de manhã… imagine falar alto então.

 

Falei um bom dia, dei um sorrisinho e continuei minha marcha, tomando o cuidado de não dar a impressão de que estava ignorando ela… ao contrário: de vez em quando, me virava pra ela, para ver se ela gostaria de me dizer alguma coisa.

 

Nossa, essa menina ficou brava… quando nos encontramos no MSN, alguns dias depois, ela me esculachou. Disse que eu era arrogante, metido, etc.

 

Não sou nada disso.

 

V: Meu, eu não costumo falar de manhã… sou meio invocado…

H: Mas vc mal olhou na minha cara.

V: Claro que olhei… até falei bom dia. Rsrsrsrs

 

Nos encontramos mais algumas vezes na rua, mas aí ela mal olhou na minha cara… rsrsrsr.. tava brava mesmo.

 

E nunca mais me atendeu no MSN tb.

 

Rancorosa ela, né?

 

*PD -> Pai dela.

*MD -> Mãe dela.

*AD -> Amiga dela.

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A filha do Maguila

Publicado por victorhbg em Novembro 27, 2008

Bom pessoal, pelo nome vcs já devem imaginar o que vem por aí. 

Foi mais um caso em não marcamos nenhum encontro, apenas conversamos.

 

Seu nome era Estela e tinha uns 33 anos.

 

Conversamos pelo telefone e, como sempre acontece com essas menininhas mais “experientes”, a conversa logo tomou rumos pervertidos. Era safada pá peste… e se dizia virgem!! Kkkkkkkk

Sim, claro. Quem sou eu pra dizer que não.

 

Ela começou a insistir pra gente se encontrar, mas novamente mantive-me firme: sem foto, não há negócios.

 

Ela: “Tá bom… vou mandar uma foto pra vc. Me passa seu email.”

 

Passei o email e nada dessa foto chegar.

 

Nessa altura do campeonato, ela me ligava todos os dias, diversas vezes ao dia, enquanto eu estava trabalhando. E o pessoal da firma me alertando: “Vitão, cuidado. Não marca encontro com essa mina. Deve ser feia pra diabo. Pra não querer mandar foto, vc imagina como deve ser.”

 

É… eu sabia disso.

 

Até que ela deve ter percebido que sem foto não haveria negócio e decidiu “se mostrar” pra mim. Passou o link do Orkut dela.

 

Nossa! Fiquei eufórico. Cheguei pros caras da firma e falei: “Pessoal, ela me passou o orkut dela!”

 

*PF: Ae Vitão.. vamos acessar aí!

V: Não. Vou acessar de casa primeiro, depois eu mostro pra vcs.

*PF: Ah Vitão, pára de frescura.

V: Não.. relaxa gente. Amanhã eu mostro a foto dela pra vcs.

 

Não preciso dizer que a primeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi ver o Orkut dela, né?

 

……….

 

Sem comentários. Ou melhor, farei um comentário sim: era feia pá porra… mas feia demais gente. Era vesga gente! Pena que eu não tenha salvo a foto dela no meu micro pra mostrar pra vcs… (é.. eu não ia mostrar mesmo…)

 

No dia seguinte, cheguei no trampo e reuni o pessoal: “Gente, vou mostrar a foto da “mina” pra vcs.” E mostrei.

 

*PF: Nossa Vitão! Que mina zoada!

 

Até que o Diego a nomeou: “Mano, é a filha do Maguila!”

 

Kkkkkkkkkkkkk

 

E assim ela ficou conhecida.

 

Depois disso, não liguei mais pra ela e nem senti mais atração por ela quando ela vinha com os papos quentes dela. Ela percebeu e me disse que não ia ligar mais pra mim e que por isso ela evitou me mandar a foto dela. Nem falei nada.

 

Às vezes, o silêncio é a melhor resposta.

 

*PF -> Pessoal da firma

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Músicas – Mulheres

Publicado por victorhbg em Novembro 23, 2008

Já tive mulheres
De todas as cores
De várias idades
De muitos amores
Com umas até
Certo tempo fiquei
Prá outras apenas
Um pouco me dei

Já tive mulheres
Do tipo atrevida
Do tipo acanhada
Do tipo vivida
Casada carente
Solteira feliz
Já tive donzela
E até meretriz…

Mulheres cabeça
E desequilibradas
Mulheres confusas
De guerra e de paz
Mas nenhuma delas
Me fez tão feliz
Como você(QUEM?!) me faz…

Procurei
Em todas as mulheres
A felicidade
Mas SÓ ME FODI
E fiquei na saudade
Foi começando bem
Mas tudo teve um fim…

Você é (de novo: quem?!)
O sol da minha vida
A minha vontade
Você não é mentira
Você é verdade
É tudo o que um dia
Eu sonhei prá mim…

Grande Martinho… disse tudo!

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A Jujóvsky

Publicado por victorhbg em Novembro 19, 2008

Essa historinha é a mais antiga de todas as que eu contei aqui até agora.

 

Nos conhecemos no final de 2004, pouco tempo depois do fim do namoro com a “mina do zoológico.”

Ela era mais nova que eu e seu nome não citarei, mas a chamarei de Jujóvsky. Eu tinha 20 anos na época.

 

Conversamos muito tempo por telefone. Ela gostava das mesmas coisas que eu: lia os mesmos livros, gostava do mesmo tipo de música, etc.

 

Por incrível que pareça, ninguém falava em marcar um encontro.

Apenas gostávamos de falar um com o outro. Nos falávamos todos os dias.

 

Ela se mostrava uma menina meiga, certinha, simpática. Tipo mina pra casar, sabe? rsrsrs

 

Durante nossos longos papos, ela me disse que era gordinha. Blz, sem problema. Eu tb sou.

 

O tempo passou e decidi sugerir um encontro. Ela topou na hora.

Pois bem, marcamos pro sábado, na estação de Barueri, perto da casa dela.

 

Dias antes do combinado, ela me ligava, se dizia super ansiosa e que não via a hora de me ver. Eu tb estava ansioso demais.

 

E chegou mais um sábado bizarro na vida do Vitão.

 

Fui a pé até o 21, peguei o trem e desci na estação combinada.

 

De novo, cheguei antes.

Liguei pra ela.

 

V: Oi Ju, onde vc tá?

J: Tô chegando aqui…

V: Aqui onde?

J: Olha pra trás.

 

……………….

 

É foda, né?

 

Gente, pelo amor de Deus, nada contra e nenhum preconceito, mas….  gordinha?!

Ela me fala que é gordinha?!?!

 

Meu, gordinho é o Jô Soares…

Ela era enorme!

 

Bom, vamos voltar pra historinha.

 

Surpreso com a surpresa, passo a catraca e vou ao encontro dela. Ela era bonitinha de rosto.

Pergunto onde vamos. Ela sugere um parque que tem ali perto. Blz, vamos.

 

Um detalhe interessante: ela estava completamente encabulada. Ela mal olhava pra mim, pro meu rosto. Pergunto pq e ela diz que tá com vergonha, que daqui a pouco ia passar. Tá bom então.

 

Chegamos ao parque e sentamos numa mesinha vazia que ali estava. Ou melhor, em uma das muitas mesinhas vazias, visto que o parque estava quase deserto.

 

E ela continuava a evitar o meu olhar. Tipo, ficava de cabeça baixa… conversava comigo, mas sem me olhar de frente.

 

V: Ju, olha pra mim. Conversamos tanto tempo por telefone e agora vc fica com vergonha?

J: Calma, eu vou olhar… tô com vergonha.

V: Tá bom. Peraí que vou tirar sua vergonha.

 

E fui. Nos beijamos longamente. Após o beijo, finalmente ela me olhou nos olhos. Deu uma risadinha e disse que gostou muito de mim.

Tb disse que tinha gostado dela. E era verdade.

 

Me aproximei mais dela e continuamos a conversar e a nos beijar.

 

De repente, a mão dela começa a descer… Sem rodeio algum, vai parar exatamente onde vcs estão pensando. Olhei pra ela meio assustado, tipo, kd a menina certinha do telefone? Kd a vergonha de minutos antes? Ela deu uma risadinha safadinha:

 

J: Gostou?

V: Claro. Se quiser continuar, fique à vontade.

 

Mano, o que se viu ali foi digno de um caso de atentado ao pudor… foi mão daqui, mão dali…

Resolvi parar antes que coisa fedesse, afinal, o parque estava ficando mais movimentado.

 

V: Vamos pro motel?

J: QUE?! Nossa, kd o seu romantismo todo? Já quer ir pro motel? Nossa, não imaginava isso de vc.

 

Kkkkkkkkkkkkkk

 

É gente… Podem rir… Um dia ainda acredito que entenderei as mulheres.

 

Conversamos mais um pouco, até que ela disse que precisava ir embora.

Me acompanhou até a estação.

 

Chagando lá, o que se viu foi mais uma parte das cenas obscenas… encostamos no muro e foi… mão daqui, dali, pessoas passando, a gente disfarçando… até que o segurança da estação começou a nos observar de longe.

 

Falei pra ela: vamos parar com isso aqui… vou acabar sendo preso… isso é atentado ao pudor.

Paramos, mas continuamos a nos beijar.

 

Daqui a pouco o segurança vem acompanhado de outro.

Nossa, gelei!

 

Eles andaram por perto, fizeram uma média ali e foram embora.

 

Que?! Não vou vacilar mais não. Vou embora tb…

 

E fui embora.

Nossa, a partir daí nossas conversas por telefone ficaram safadérrimas. Kkkkkkk

 

Mano, a mina se depravou toda… ela falava cada coisa que eu tenho até vergonha de escrever aqui…

 

J: Vi, adivinha onde eu tenho um piercing?

V: Já posso até imaginar…

J: Isso mesmo Vi, na b*****!

 

Kkkkk

 

A mina era doida. E eu tava doido pra sair com ela. rsrsr

 

Só que é foda. Eu não tinha carro na época…  e o medo de me enfiar num beco aí e me complicar…

 

Fui enrolando ela, enquanto bolava um plano…

 

O foda é que nossas conversas nos levaram a um ponto que ninguém queria ver o outro só pra dar beijinho, ficar com frescurinha.

 

Bom, o fato é que a minha enrolação a deixou irritada.

 

Ligou pra mim e me deu o xeque-mate:

 

J: Victor, ou a gente saí, assume o namoro e temos algo sério, ou já era.

V: Calma… não é assim.

J: Claro que é! Vc só quer me comer!

V: Não é isso Ju.

J: É isso sim… quero um namorado de verdade…

 

Desligou e sumiu.

 

Depois de um bom tempo, ela me ligou perguntando se eu tinha mudado de idéia, se eu queria namorar com ela.

 

Disse que não… que precisávamos conversar.

Ela se irritou de novo e desligou.

 

Nunca mais nos falamos.

 

O engraçado é que onde eu trabalhava Jujóvsky virou sonônimo de menininha safadinha.

Sempre que eu ou um amigo meu saía com uma mina, vinha alguém e perguntava: “E aí, ela é Jujóvsjy?”

 

Kkkkkkk

 

Mas, me respondam mulheres, vc são jujóvsky’s?

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Amores Platônicos – Sarah

Publicado por victorhbg em Novembro 4, 2008

Bom, confesso que na minha infância fui apaixonado pela Sarah do desenho “Cavalo de Fogo”.

Infelizmente, foi apenas um amor platônico.

 

 sarah

 

Pronto, falei. Zoem.

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Um breve telefonema

Publicado por victorhbg em Novembro 1, 2008

Este foi um caso que ri muito depois do acontecido. É uma historinha bem curtinha, mas vale a pena contar.

 

Era noite, estava no chat conversando com uma “minazinha”.

Pelo que me lembro, ela morava em Barueri, tinha 27 anos e era solteira.

 

Após algum tempo ela me passa o telefone e me pede para eu ligar pra ela.

 

Blz. Liguei.

Assim que ela atendeu, sua voz me fez tremer. Que porra é essa?!

 

Meu, dá pra se ter uma noção, na maioria das vezes, da idade da pessoa pela voz. E ela não tinha 27 anos nem fudendo!

 

Isso me deixou atordoado e fez com que eu ficasse meio perdido na conversa. Confesso que não me lembro de nada do que conversamos.

 

Pois o fato é que não agüentei: tive que perguntar.

 

V: É… não me leve a mal, mas vc não tem 27 anos…

*VM: Rsrsr. Tem razão… tenho 38…

V: Ah tá…

 

E a conversa continuou. E aquela voz que não saía da minha cabeça…

Não me dei por satisfeito:

 

V: Olha, desculpe, mas vc tb não tem 38 anos…

*VM: Como vc descobriu?

V: Ah, pela sua voz.

*VM: É… tem razão… tenho 52 anos.

 

?!?!?!?

 

Tá bom então.

 

Nem preciso dizer que o papo acabou por ali, né?

Apenas perguntei o que ela fazia no chat. Ela me disse que tinha ficado viúva há pouco tempo e que se sentia muito sozinha.

 

Aquilo me cortou o coração, mas não podia fazer nada, né?

Desejei boa sorte e desliguei.

 

Confesso que fiquei sensibilizado e continuei a conversar com ela ainda por um bom tempo no bate-papo. Era uma boa pessoa.

 

Recentemente, ao contar essa historinha a alguns amigos da facul, me disseram:

“Vitão, se vc perguntasse mais uma vez: Vc não tem 52 anos, ela ia falar: tá bom, tenho 79…”

 

Kkkkkkkkkkkkkk

 

Vai saber.

 

*VM -> Véia mentirosa

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O dia em que eu fui o bizarro

Publicado por victorhbg em Outubro 28, 2008

É gente, nem sempre sou eu quem me lasco nesses encontros. As menininhas tb já se deram mal ao dar de cara comigo… kkkkk

 

Só para ilustrar, contarei uma historinha rápida que se passou há muito tempo. Não tenho a mínima idéia de quando foi isso, tampouco me lembro do nome dela. Detalhes então, nem pensar.

 

Só me lembro que marcamos um encontro no Shopping de Osasco, em frente ao cinema.

Cheguei antes, sentei num banco e comecei a observar as minininhas.

 

Via uma se aproximando, pensava: deve ser ela.

E passava direto.

 

Olhava outra vindo: agora é!

Nada…

 

Foi quando vejo uma moça caminhando em minha direção. Ela olhava atentamente ao redor do cinema e para as pessoas que ali estavam.

 

Ah, pensei comigo, agora deve ser ela. Está prestando muita atenção nas pessoas…

 

O fato é que não me lembro se eu disse pra ela como eu iria estar vestido, etc, mas ela passou na minha frente, olhou meio com o canto do olho pra mim e continuou a andar.

Fiquei na minha. Ela andou mais um pouco, parou em frente a uma loja, disfarçou, olhou para onde eu estava e continuou.

 

Tinha certeza de que era ela. Mas precisava ter a confirmação.

 

Ah, peraí, esqueci o principal: ela era linda!

Nossa, linda demais!

 

Mas então, resolvi confirmar as minhas dúvidas…

Fui atrás dela, sem ela perceber, e liguei para o seu celular.

 

A moça linda que estava na minha frente atende:

 

V: Oi, onde vc tá?

*ML: Já to chegando.

V: Blz….

 

É… ela devia ter dito que já estava chegando no ponto de ônibus, pq era pra lá que ela estava indo.

 

Quando ela estava no ponto, liguei novamente apenas para ter a certeza de que não havia sido mera coincidência de sincronismo nas ligações.

 

Assim que OUVI “alguém ”atendendo do outro lado da linha e VI a moça linda atender o celular há poucos metros de mim, tive certeza de que era ela.

 

Desliguei…

 

Mais uma vez, me fodi. Ou melhor, ela se fodeu!

Devo estar nas historinhas bizarras do blog dela.

 

Kkkkkkkkkk

 

* ML -> Moça linda

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A Predadora

Publicado por victorhbg em Outubro 22, 2008

A predadora…

 

Rapaz, mais uma fria (novidade, né?).

 

Essa história mostra que até eu que sou meio desencanado, já beijei até a véia e tudo o mais, tem ainda um pouco de amor próprio… kkkk

 

Vamos lá.

 

Nos conhecemos na net e logo fomos pro MSN…

Essa eu poderia citar seu nome verdadeiro, mas o fato é que não lembro. Eu ACHO que é Fabiana, mas não tenho certeza.

 

Bom, conversa vai, conversa vem, depois dos “tc de onde?”, “qtos anos?”, etc, peço para ela me mostrar uma foto dela. Ela mostra.

 

Nossa, gatinha!

Moreninha, 18 aninhos, solteira… ah… nem vou pedir o telefone dela, pensei comigo, ela não vai dar.

 

E continuamos a conversa.

 

Eis que de repente ela me surpreende e pede meu tel.

 

??????????

 

Não que isso não aconteça com freqüência, mas é que a beleza dela me fez duvidar disso. Só quem pede telefone são as feias. rsrssr

 

Mas blz… passei o mais rápido possível, antes que ela mudasse de idéia.

Mal passei, meu celular toca. Era ela.

 

Ah, pensei comigo, tem alguma coisa errada…

Nem preciso dizer que a sua voz era bela, doce, né?

 

Não me lembro dos diálogos, datas, nem de períodos, apenas que marcamos um encontro no Shopping Tamboré para o próximo sábado.

 

Nossa, armei uma super produção.

Já tava esquematizando mó programão: jantar a luz de velas, cinema, etc…

 

No dia marcado, pego o carro, os ingressos do cinema (que tinha ganho na empresa), o $$ e vou.

 

Pensava comigo: Ah, primeiro vamos jantar, depois vamos ao cinema e depois, só Deus sabe…

Queria impressioná-la… queria fazer com que tudo fosse perfeito… e continuava pensando comigo: há algo errado… ela é MUITO bonita…

 

Como sempre, cheguei primeiro. Esse momento da espera dá um frio na barriga, uma aflição que vcs não tem idéia.

 

Olho para o relógio. Atrasada. Ligo pra ela e me diz que está chegando.

 

Bom, encostei na parede e me pus a esperar.

 

De repente, vejo que uma mina se aproxima olhando pra mim…

Claro que não era ela… vi sua foto…

E ela vai chegando mais perto… mais perto… e olhando pra mim…

 

Meu Deus, será?!?!?

Deus me responde: kkkkkkkkkk

 

Ela chega e pára na minha frente.

 

Gente, não tem como explicar, nem descrever o que era ela, mas gente… era feia demais… Olha, era tão feia que se soubesse, tinha casado com a véia. KD a mina da foto?!?!

 

Eis mais um diálogo maldito:

 

F: Victor?

V: Sim… Fabiana?

F: Sim…

 

O tempo pára. Todas as pessoas em voltam começar a olhar pra mim, começam a dar risada… isso mesmo… estão apontando pra mim e rachando o bico.

Essa era a sensação que eu tinha.

 

Fico mudo… esperando a resposta… vcs sabem qual. E ela vem.

 

F: Não ta me reconhecendo, né?

V: Não…

F: Ah, não era a minha foto no msn.

V: É… percebi… mas pq?

F: Se eu pusesse a minha foto, vc não iria se encontrar comigo.

 

…….

 

É né… era verdade, mas não disse isso à ela.

 

Meu, me fodi! Vai se foder!

Eu estava em choque.

 

E o pior: ela sabia dos meus planos, do jantar, cinema, etc…

Aff, e agora?! Como sair dessa? Não estava a fim de gastar meu dinheiro e meus ingressos do cinema com ela não!

 

Junto a essas preocupações, tb tinha a pior delas: E se alguém da firma ou da facul me ver com essa mina?! To fudido! Vou ter que pedir a conta, trancar a matrícula… sei lá.

 

Bom,  começamos a andar. Não me perguntem o que conversamos pq eu não lembro de absolutamente nada. Ela falava e perguntava um monte de coisas.

Eu respondia apenas por monossílabas… se é que respondia…

 

Meu único pensamento era: como sair dessa?

 

Várias idéias me vieram à mente, mas a que mais se fixou foi a seguinte: “Vitão, fala pra ela que antes de jantar vcs vão no cinema. Compra os bilhetes (é… eles terão que ser sacrificados…), entra na sala, fala que vai comprar pipoca e some!”

 

Sim, era uma boa idéia… muito boa!

E quanto mais rápido eu a colocasse em prática, mais cedo me veria livre disso tudo!

 

Só que não foi preciso.

 

Deus teve piedade desse Seu pobre filho…

 

Eis que a coisinha vira pra mim e fala: “Victor, preciso ir ao banheiro, tá?”

Eu: Tá bom, vamos lá.

 

Mano, que sorte!!!

 

Acompanhei-a até a porta do banheiro. Disse que ia esperar ali.

 

Ela entrou no banheiro.

Mal a porta se fechou atrás dela e eu já tava correndo!!!

 

Me lembro que tinha que passar no Carrefour pra comprar alguma coisa, mas não quis arriscar. Não podia… Tinha que sair dali!

 

Entrei no carro e fui embora sem nem olhar pra trás. E o medo de olhar no espelho retrovisor e dar de cara com ela no banco de trás?!

 

Cara, foi foda.

 

Fico imaginando o que ela teria pensado ao sair do banheiro

 

Muitas pessoas disseram-me que eu não fui errado, pq ela pisou na bola comigo.

Outras tb falaram que ela fez isso de propósito, tipo: “Ah, se ele gostou, ele vai me esperar.”

 

Errado ou não, foda-se… rsrs

Eu fiz o que eu acho que deveria fazer.

 

Ela me ligou ainda no meio de semana, mas eu não estava em casa.

 

Não a exclui do msn, nem a bloqueei, mas ela nunca mais me chamou.

 

Disse no primeiro post que não iria colocar as fotos das menininhas aqui, mas como tenho certeza de que essa não acessará esse blog, ai está:

 

Foto da predadora

 

Bom gente, essa foi a história da predadora. Até a próxima!

 

Ah, eu nunca soube quem era a menina bonita da foto…

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